segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Tempestade

Através da janela;
Os raios riscam o céu;
E a tempestade avança;
Fazendo da tarde noite.
As árvores fustigadas pelo vento;
Como ébrias parecem que se abraçam;
Com medo retorcem e gemem
E loucas parece que dançam;

Os trovões estrondam, ribombam;
Fazendo a terra tremer;
A água bate com força;
Na vidraça embassada;
E uma névoa fina e fria;
Entra pelo vão das telhas;
Provocando um arrepio;
Enquanto o vento assobia.

Aqui dentro tudo é paz;
O tempo parou prá chuva passar;
E me convida a dormir e sonhar;
Numa cama perfumada;
Lençois macios;
Embalado pelo zunir do vento;
Que continua a soprar;
E o trovão a trovejar.....zzzzzzzz

E acordo afinal;
Com o silêncio quebrado;
Pelo trinar de um passarinho;
E um raio se sol;
Que entra bem de mansinho;
Pela janela para me avisar;
Que a chuva passou;
É hora de acordar!

Espreguiçando olho pela janela;
E vejo o quanto a vida é bela!Uaaaah!

Madaja Dibithi

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