De repente na mata, cessou o canto;
E no silêncio o vento sopra;
Anunciando a tempestade.
A noite chega como um manto;
Relâmpagos cortam o céu;
Perto um trovão ribomba;
A chuva cai como um véu;
E lava tudo como um pranto.
E o vento fica mais forte;
Ruge, parece que zomba;
Sacode com violência;
Como nunca se viu;
E o gigante da mata;
Estremece, grita e tomba;
Um raio certeiro, o feriu;
Condenando-o à morte!
E quando amanhece o dia;
A mata parece que chora;
A vida que ali havia;
Geme,e lamenta agora;
Pois perdeu-se o abrigo ;
Que nunca mais se erguerá;
Um velho e forte amigo;
O grande jequitibá!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
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