Tudo passa.Se você está triste,se perdeu um amor,se está magoado ou sentindo dor,tudo vai passar.Espera.Deixe chegar o amanhã,o depois de amanhã.A tristeza vai passar,a mágoa e a dor vão calar e um novo amor pode chegar,e você vai se alegrar,pois o sol vai brilhar.Tudo passa!
Eu passo.
Tu passas.
Ele passa.
Nós passamos.
Vós passais.
Eles passam.
Nós passaremos,até o passarinho.
Madaja Dibithi.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Ah,Tietê!!!
Ah, Tietê!Que destes as costas ao mar,ao contrário de teus irmãos,e viestes banhar as terras do interior enriquecendo-as ainda mais.Tu és um fio d´água cristalina quando nasces entre grandes pedras no município de Salesópolis e durante a tua jornada vais recebendo as águas de teus afluentes,no começo pequenos regatos,depois rios maiores vão engrossando tuas águas.
Ah,Tietê, outrora tu eras um rio cheio de vida desde a tua nascente até sua foz,onde chegavas correndo,barulhento e alegre por encontrar teu irmão maior,o Paraná,e juntos seguiam a viagem,murmurando segrêdos das terras por onde haviam passado.
Ah,Tietê, o significado do teu nome é rio verdadeiro,e tu és na verdade um herói,pois apezar dos atentados à sua pureza,tu segues o teu caminho,cumpre o seu destino.
Ah,Tietê, outrora as tuas águas transparentes estavam repletas de vida.Peixes grandes e pequenos,anfíbios,répteis e mamíferos nas matas ao teu redor.As grandes sucuris se estendiam em suas margens,tranquilas,donas do rio e da terra,sem cuidados,pois nada tinham a temer.Os jacarés se alimentavam em tuas águas e nas tuas margens e se estendiam ao sol para se aquecerem,mas sempre atentos,pois eram presas das grandes sucuris e das onças pintadas.Lontras e ariranhas deleitavam-se em suas águas e habitavam em suas barrancas.Em suas margens bandos de capivaras pastavam com suas crias.Tribos que viviam desde a tua nascente atá sua foz ,pescavam,caçavam e bebiam tuas águas.Tu suprias as necessidades dos que habitavam perto de ti.
Ah,Tietê. Um dia chegaram homens diferentes,de pele clara,cheios de vestimentas,vindos do outro lado do mar e te encontraram e amaram....tuas riquezas.Apropiaram-se dos teus peixes,da tua caça,das pedras preciosas que rolavam no teu leito,e fizeram de ti caminho para Cuiabá,insaciaveis atrás do ouro que lá abundava.Nas matas ao teu redor caçaram e escravizaram índios,teus irmãos.
Ah, Tietê! Quantas mudanças tu sofreste com a chegada do homem de pele clara.Nas tuas margens e cercanias foram surgindo povoados e vilas que transformaram-se em cidades.A maior delas,SãoPaulo,que não nasceu nas tuas margens, mas aos poucos foi se aproximando de ti.Quando tuas águas eram claras e saudáveis tu eras recreio para os paulistanos.Nas tuas águas nadavam,pescavam,praticavam esportes e até surgiram clubes náuticos perto das tuas margens aprazíveis,onde tambem havia jogos e piqueniques.Mas,com o crescimento da cidade,foram surgindo industrias e o esgoto foi canalizado,e onde descartar tudo isso?No Tietê! Com o passar do tempo suas águas ficaram turvas e malcheirosas e os peixes morream,e toda a vida que havia em ti se foi,inclusive os homens.Não servias mais para o lazer.Deram as costas para ti,desprezaram-te. A cidade continuou avançando,aterraram suas várzeas,construiram ruas e casas,mudaram o teu curso e confinaram-te,pequeno,entre avenidas marginais.
Ah, Tietê, esqueceram que toda a água que cai do céu,se não for absorvida pelo solo.
,desce furiosa em direção às várzeas e tu Tietê não dá conta de acomodar tanta água apequenado que foste pela mão do homem e choras e tuas águas transbordam provocando lágrimas nos que vivem em tuas margens e te amaldiçoam,esquecendo que tu não é o invasor,mas o invadido.
Ah,Tietê,fizeram de ti um grande esgoto a céu aberto,e quando eventualmente passo pelas marginais e te vejo morimbundo,meu coração chora por ti.Não tens mais correnteza.A morte passa boiando nas tuas águas imundas e malcheirosas.A maioria das pessôas que passam pelas marginais nem olham para ti,fecham os vidros dos automóveis para não sentirem o odor de morte que exalas,teem nojo de ti.Pouca coisa foi feito por ti. Nada que pudesse te salvar.Até criaram um dia para ti,mas não há o que comemorar,
Ah,Tietê, deste tantas riqueza aos homens e eles te dão lixo e esgoto.Você pede socorro,agonizando e ninguem sabe como te curar.Os homens viajam pelo espaço sideral,clonam seres,descobrem novas galáxias,constroem armas nucleares potentissimas,gastam bilhões em pesquisas e não encontram cura para ti.O Tâmisa,teu irmão estrangeiro,já sofreu os males e as dores que sofres agora,mas foi curado.Pessôas que o amavam verdadeiramente,lutaram por ele,investiram em tratamentos,e a vida voltou a correr em suas águas.Ah,Tietê,vais deslizando lentamente,cansado,pesado,e chegas a ser atraçáo em algumas cidades por onde passas por formares montanhas de espuma,que de longe parecem bonitas,mas é o resultado de detergentes que despejam em ti.Mas tu,Tietê,és um guerreiro,e segues pelejando e aos poucos tomas alento e longe das cidades tuas matas ciliares vão te puruficando e te sarando e no final da tua jornada as tuas águas revivem e chegas vitorioso ao encontro do teu irmão Paraná.
Ah,Tietê!.Não desista.
Ah,Tietê! O que fizeram com você?
Ah,Tietê, outrora tu eras um rio cheio de vida desde a tua nascente até sua foz,onde chegavas correndo,barulhento e alegre por encontrar teu irmão maior,o Paraná,e juntos seguiam a viagem,murmurando segrêdos das terras por onde haviam passado.
Ah,Tietê, o significado do teu nome é rio verdadeiro,e tu és na verdade um herói,pois apezar dos atentados à sua pureza,tu segues o teu caminho,cumpre o seu destino.
Ah,Tietê, outrora as tuas águas transparentes estavam repletas de vida.Peixes grandes e pequenos,anfíbios,répteis e mamíferos nas matas ao teu redor.As grandes sucuris se estendiam em suas margens,tranquilas,donas do rio e da terra,sem cuidados,pois nada tinham a temer.Os jacarés se alimentavam em tuas águas e nas tuas margens e se estendiam ao sol para se aquecerem,mas sempre atentos,pois eram presas das grandes sucuris e das onças pintadas.Lontras e ariranhas deleitavam-se em suas águas e habitavam em suas barrancas.Em suas margens bandos de capivaras pastavam com suas crias.Tribos que viviam desde a tua nascente atá sua foz ,pescavam,caçavam e bebiam tuas águas.Tu suprias as necessidades dos que habitavam perto de ti.
Ah,Tietê. Um dia chegaram homens diferentes,de pele clara,cheios de vestimentas,vindos do outro lado do mar e te encontraram e amaram....tuas riquezas.Apropiaram-se dos teus peixes,da tua caça,das pedras preciosas que rolavam no teu leito,e fizeram de ti caminho para Cuiabá,insaciaveis atrás do ouro que lá abundava.Nas matas ao teu redor caçaram e escravizaram índios,teus irmãos.
Ah, Tietê! Quantas mudanças tu sofreste com a chegada do homem de pele clara.Nas tuas margens e cercanias foram surgindo povoados e vilas que transformaram-se em cidades.A maior delas,SãoPaulo,que não nasceu nas tuas margens, mas aos poucos foi se aproximando de ti.Quando tuas águas eram claras e saudáveis tu eras recreio para os paulistanos.Nas tuas águas nadavam,pescavam,praticavam esportes e até surgiram clubes náuticos perto das tuas margens aprazíveis,onde tambem havia jogos e piqueniques.Mas,com o crescimento da cidade,foram surgindo industrias e o esgoto foi canalizado,e onde descartar tudo isso?No Tietê! Com o passar do tempo suas águas ficaram turvas e malcheirosas e os peixes morream,e toda a vida que havia em ti se foi,inclusive os homens.Não servias mais para o lazer.Deram as costas para ti,desprezaram-te. A cidade continuou avançando,aterraram suas várzeas,construiram ruas e casas,mudaram o teu curso e confinaram-te,pequeno,entre avenidas marginais.
Ah, Tietê, esqueceram que toda a água que cai do céu,se não for absorvida pelo solo.
,desce furiosa em direção às várzeas e tu Tietê não dá conta de acomodar tanta água apequenado que foste pela mão do homem e choras e tuas águas transbordam provocando lágrimas nos que vivem em tuas margens e te amaldiçoam,esquecendo que tu não é o invasor,mas o invadido.
Ah,Tietê,fizeram de ti um grande esgoto a céu aberto,e quando eventualmente passo pelas marginais e te vejo morimbundo,meu coração chora por ti.Não tens mais correnteza.A morte passa boiando nas tuas águas imundas e malcheirosas.A maioria das pessôas que passam pelas marginais nem olham para ti,fecham os vidros dos automóveis para não sentirem o odor de morte que exalas,teem nojo de ti.Pouca coisa foi feito por ti. Nada que pudesse te salvar.Até criaram um dia para ti,mas não há o que comemorar,
Ah,Tietê, deste tantas riqueza aos homens e eles te dão lixo e esgoto.Você pede socorro,agonizando e ninguem sabe como te curar.Os homens viajam pelo espaço sideral,clonam seres,descobrem novas galáxias,constroem armas nucleares potentissimas,gastam bilhões em pesquisas e não encontram cura para ti.O Tâmisa,teu irmão estrangeiro,já sofreu os males e as dores que sofres agora,mas foi curado.Pessôas que o amavam verdadeiramente,lutaram por ele,investiram em tratamentos,e a vida voltou a correr em suas águas.Ah,Tietê,vais deslizando lentamente,cansado,pesado,e chegas a ser atraçáo em algumas cidades por onde passas por formares montanhas de espuma,que de longe parecem bonitas,mas é o resultado de detergentes que despejam em ti.Mas tu,Tietê,és um guerreiro,e segues pelejando e aos poucos tomas alento e longe das cidades tuas matas ciliares vão te puruficando e te sarando e no final da tua jornada as tuas águas revivem e chegas vitorioso ao encontro do teu irmão Paraná.
Ah,Tietê!.Não desista.
Ah,Tietê! O que fizeram com você?
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Eu queria ...11Queria
Queria no mês de janeiro.
Tirar férias em Alagoas.
Ir prá Minas em fevereiro.
Comer tutú com leitoa.
Queria ir pro Alaska.
Pescar truta e salmão.
No Nordeste,plantar jaca.
Melância e melão.
Queria ir prá Sibéria.
Mas,faz muito frio,não dá.
Prefero ir para a India.
Pois meu filho,mora lá.
Queria ser um lobo do mar.
E achar uma sereia.
E na praia namorar.
Em noite de lua cheia.
Queria ser esquimó.
E morar no Polo Norte.
Queria encontrar um xodó.
Que mudasse minha sorte.
Queria ser ativista.
Do Green Peace ou outra Ong.
Ou ser um monje budista.
E morar em Hong Kong.
Queria morar na Suiça.
E nos Alpes criar gado.
Fazer queijo e linguiça.
Prá vender no mercado.
Queria ir pro espaço.
Numa nave bem legal.
Ou ser um peão bom de laço.
E viver no Pantanal.
Queria morar na Grécia.
E navegar no Egeu.
Ou ser um tecelão persa.
E curador de um museu.
Madaja Dibithi.
Tirar férias em Alagoas.
Ir prá Minas em fevereiro.
Comer tutú com leitoa.
Queria ir pro Alaska.
Pescar truta e salmão.
No Nordeste,plantar jaca.
Melância e melão.
Queria ir prá Sibéria.
Mas,faz muito frio,não dá.
Prefero ir para a India.
Pois meu filho,mora lá.
Queria ser um lobo do mar.
E achar uma sereia.
E na praia namorar.
Em noite de lua cheia.
Queria ser esquimó.
E morar no Polo Norte.
Queria encontrar um xodó.
Que mudasse minha sorte.
Queria ser ativista.
Do Green Peace ou outra Ong.
Ou ser um monje budista.
E morar em Hong Kong.
Queria morar na Suiça.
E nos Alpes criar gado.
Fazer queijo e linguiça.
Prá vender no mercado.
Queria ir pro espaço.
Numa nave bem legal.
Ou ser um peão bom de laço.
E viver no Pantanal.
Queria morar na Grécia.
E navegar no Egeu.
Ou ser um tecelão persa.
E curador de um museu.
Madaja Dibithi.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
EU QUERIA....10
Queria ser catador.
De tudo prá reciclar.
Catar cacos de amor.
E um novo amor formar.
Queria ser um mordomo.
Na casa de um Magistrado.
De noite servir leite morno.
De manhã,suco gelado.
Queria ser borboleta.
Para beijar toda flor.
E tambem ser um poeta.
Prá cantar rimas de amor.
Fazer serenata eu desejo.
Debaixo de uma janela.
Jogar uma rosa e um beijo.
Para uma linda donzela.
Eu queria namorar.
Muitas moças bonitas.
Mas,só posso com uma casar.
Então escolho a benedita.
Eu queria velejar.
Num barco na Ilha Bela.
E tambem peregrinar.
Em Santiago de Compostela.
Eu queria dar um mergulho.
Em Fernando de Noronha.
Ou abrir lá em Guarulhos.
Um quiosque de pamonha.
Queria ir prá Holanda.
Prá ver os lindos moinhos.
Ou então ir prá Luanda.
E abrir um mercadinho.
Queria fazer poesia.
E caprichar bem na rima.
Mas poeta eu nunca seria.
Como a Cora Coralina.
Queria ser um jardim.
Com flores bem variadas.
Com certeza o jasmim.
Seria a mais perfumada.
De tudo prá reciclar.
Catar cacos de amor.
E um novo amor formar.
Queria ser um mordomo.
Na casa de um Magistrado.
De noite servir leite morno.
De manhã,suco gelado.
Queria ser borboleta.
Para beijar toda flor.
E tambem ser um poeta.
Prá cantar rimas de amor.
Fazer serenata eu desejo.
Debaixo de uma janela.
Jogar uma rosa e um beijo.
Para uma linda donzela.
Eu queria namorar.
Muitas moças bonitas.
Mas,só posso com uma casar.
Então escolho a benedita.
Eu queria velejar.
Num barco na Ilha Bela.
E tambem peregrinar.
Em Santiago de Compostela.
Eu queria dar um mergulho.
Em Fernando de Noronha.
Ou abrir lá em Guarulhos.
Um quiosque de pamonha.
Queria ir prá Holanda.
Prá ver os lindos moinhos.
Ou então ir prá Luanda.
E abrir um mercadinho.
Queria fazer poesia.
E caprichar bem na rima.
Mas poeta eu nunca seria.
Como a Cora Coralina.
Queria ser um jardim.
Com flores bem variadas.
Com certeza o jasmim.
Seria a mais perfumada.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Eu queria...8
Queria ser um dublê.
Num belo filme de ação.
Ou trabalhar num Bufet.
Ser um garboso garçom.
Queria ser um deserto.
Ou um rio caudaloso.
Um relâmpago incerto.
E um trovão estrondoso.
Queria plantar banana.
Na Ilha do Bananal.
Ou plantar muita azeitona.
Numa Quinta em Portugal.
Queria ser p´rofessor.
Para poder ensinar.
À quem não conhece o amor.
Conjugar o verbo amar.
Queria ser confeiteiro.
Prá fazer biscoito fino.
Bolo e brigadeiro.
Com cereja ao marasquino.
Queria passar uma semana.
Numa praia Cearense.
E morar numa cabana.
Lá nos Lençois Maranhenses.
Queria ser um poeta.
Para cantar os meus ais.
Mas,nunca seria na certa.
Um Vinicios de Mora
Queria ser estudante.
Do pré a universidade.
E aprender bastante.
Etica e Civilidade.
Queria ser camelô.
Num comercio agitado.
Vender langeri e maiô.
E muito boné importado.
Queria ser um playboy.
E ter um carrão importado.
E em uma praia em Niteroi.
Ter um belo sobrado.
Num belo filme de ação.
Ou trabalhar num Bufet.
Ser um garboso garçom.
Queria ser um deserto.
Ou um rio caudaloso.
Um relâmpago incerto.
E um trovão estrondoso.
Queria plantar banana.
Na Ilha do Bananal.
Ou plantar muita azeitona.
Numa Quinta em Portugal.
Queria ser p´rofessor.
Para poder ensinar.
À quem não conhece o amor.
Conjugar o verbo amar.
Queria ser confeiteiro.
Prá fazer biscoito fino.
Bolo e brigadeiro.
Com cereja ao marasquino.
Queria passar uma semana.
Numa praia Cearense.
E morar numa cabana.
Lá nos Lençois Maranhenses.
Queria ser um poeta.
Para cantar os meus ais.
Mas,nunca seria na certa.
Um Vinicios de Mora
Queria ser estudante.
Do pré a universidade.
E aprender bastante.
Etica e Civilidade.
Queria ser camelô.
Num comercio agitado.
Vender langeri e maiô.
E muito boné importado.
Queria ser um playboy.
E ter um carrão importado.
E em uma praia em Niteroi.
Ter um belo sobrado.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Eu queria....7
Queria lá em Goiás.
Comer arroz com pequi.
E lá em Belem do Pará.
Pato no tucupi.
Queria ser um piloto.
De moto ou de lambreta.
E vender agua de coco.
Em dia de Micareta.
Queria viver no campo.
Na montanha e na cidade.
Em cada lugar ter um canto.
Cheio de felicidade.
Queria ter uma vinha.
No Rio Grande do Sul.
E no norte uma terrinha.
Prá plantar cupuaçu.
Queria ser indianista.
E morar lá no Xingú.
Ou ser um monge Budista.
E viver em Katimandu.
Queria ser um condor.
E voar bem altaneiro.
E tambem degustador.
De um mestre confeiteiro.
Queria ter uma roça.
Um pouco de tudo plantar.
Queria ser uma onça.
Vivendo na Serra do Mar.
Queria poder patinar.
Nas ruas de Hollywod.
Jogar a valer e ganhar.
Muitas bolinhas de gude.
Queria ser lua cheia.
E tambem lua minguante.
Da praia um grão de areia.
Da pedra um diamante.
Queria ser um carvalho.
Nos bosques da Inglaterra.
Ou ser uma gota de orvalho.
Numa flor ao pé da serra.
Comer arroz com pequi.
E lá em Belem do Pará.
Pato no tucupi.
Queria ser um piloto.
De moto ou de lambreta.
E vender agua de coco.
Em dia de Micareta.
Queria viver no campo.
Na montanha e na cidade.
Em cada lugar ter um canto.
Cheio de felicidade.
Queria ter uma vinha.
No Rio Grande do Sul.
E no norte uma terrinha.
Prá plantar cupuaçu.
Queria ser indianista.
E morar lá no Xingú.
Ou ser um monge Budista.
E viver em Katimandu.
Queria ser um condor.
E voar bem altaneiro.
E tambem degustador.
De um mestre confeiteiro.
Queria ter uma roça.
Um pouco de tudo plantar.
Queria ser uma onça.
Vivendo na Serra do Mar.
Queria poder patinar.
Nas ruas de Hollywod.
Jogar a valer e ganhar.
Muitas bolinhas de gude.
Queria ser lua cheia.
E tambem lua minguante.
Da praia um grão de areia.
Da pedra um diamante.
Queria ser um carvalho.
Nos bosques da Inglaterra.
Ou ser uma gota de orvalho.
Numa flor ao pé da serra.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Eu queria....6
Queria ser fazendeiro.
No sertão do Ceará.
Fazer paçoca e farinha.
E vender em Quixadá.
Queria ser segurança.
De estrela de cinema.
Ou ser professor de dança.
Num salão em Cartagena.
Queria ser um frentista.
Num ´posto em Paraty.
Ou ser um malabarista.
E me apresentar em Madri.
Queria ser produtor.
De laranja em Limeira.
Ou ser um apicultor.
Lá na Ilha da Madeira.
Queria ser boiadeiro.
E aprender tocar berrante.
Queria tambem ser faroleiro.
Numa ilha distante.
Queria na Cordilheira.
Dos Andes ser um condor.
E tambem ser da Mangueira.
Do samba o puxador.
Queria ser tripulante.
De um grande petrolheiro.
E tambem ser Comandante.
De um pelotão inteiro.
Queria ser um mesario.
Em dia de eleição.
Quem sabe ser secretário.
Na pasta da Educação.
Queria passar um ano.
Conhecendo o Serengueti.
Ou ser o americano.
Que inventou o chiclete.
Queria ser um peão.
Prá competir em Barretos.
Jogar o touro no chão.
E balançar o coreto.
No sertão do Ceará.
Fazer paçoca e farinha.
E vender em Quixadá.
Queria ser segurança.
De estrela de cinema.
Ou ser professor de dança.
Num salão em Cartagena.
Queria ser um frentista.
Num ´posto em Paraty.
Ou ser um malabarista.
E me apresentar em Madri.
Queria ser produtor.
De laranja em Limeira.
Ou ser um apicultor.
Lá na Ilha da Madeira.
Queria ser boiadeiro.
E aprender tocar berrante.
Queria tambem ser faroleiro.
Numa ilha distante.
Queria na Cordilheira.
Dos Andes ser um condor.
E tambem ser da Mangueira.
Do samba o puxador.
Queria ser tripulante.
De um grande petrolheiro.
E tambem ser Comandante.
De um pelotão inteiro.
Queria ser um mesario.
Em dia de eleição.
Quem sabe ser secretário.
Na pasta da Educação.
Queria passar um ano.
Conhecendo o Serengueti.
Ou ser o americano.
Que inventou o chiclete.
Queria ser um peão.
Prá competir em Barretos.
Jogar o touro no chão.
E balançar o coreto.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Eu queria .5
Queria ser passarinho.
E voar sobre a floresta.
Ou ser um raio de sol.
Entrando por uma fresta.
Queria subir no Cristo.
Que um dia ficou rosa.
E lá poder contemplar.
A Cidade Maravilhosa.
Queria ser tesoureiro.
De um banco renomado.
Viver contando dinheiro.
E ser bem recompensado.
Queria ser canoeiro.
Lá no rio São Francisco.
Ou ser um bom cozinheiro.
Na casa do Senhor Bispo.
Queria tambem trabalhar.
Numa Multinacional.
Usar terno e gravata.
E camisa de voal.
Queria ter um pomar.
Prá plantar manga e amora.
Fazer geléia e mandar.
Exportar pro mundo afora.
Queria ser usineiro.
Quem sabe,o rei da cana.
E tambem ser violeiro.
Fazer shou,toda a semana.
Queria ser um cantor.
De samba ou hip hop.
Ou de cinema um Diretor.
Quem sabe dá mais Ibop?
Queria tambem trabalhar.
Vendendo cachorro quente.
Ou ser em Madagascar.
Encantador de serpente.
Queria viver no morro.
Num barraco ajeitado.
Ser dono de um cachorro.
E de um gato malhado.
E voar sobre a floresta.
Ou ser um raio de sol.
Entrando por uma fresta.
Queria subir no Cristo.
Que um dia ficou rosa.
E lá poder contemplar.
A Cidade Maravilhosa.
Queria ser tesoureiro.
De um banco renomado.
Viver contando dinheiro.
E ser bem recompensado.
Queria ser canoeiro.
Lá no rio São Francisco.
Ou ser um bom cozinheiro.
Na casa do Senhor Bispo.
Queria tambem trabalhar.
Numa Multinacional.
Usar terno e gravata.
E camisa de voal.
Queria ter um pomar.
Prá plantar manga e amora.
Fazer geléia e mandar.
Exportar pro mundo afora.
Queria ser usineiro.
Quem sabe,o rei da cana.
E tambem ser violeiro.
Fazer shou,toda a semana.
Queria ser um cantor.
De samba ou hip hop.
Ou de cinema um Diretor.
Quem sabe dá mais Ibop?
Queria tambem trabalhar.
Vendendo cachorro quente.
Ou ser em Madagascar.
Encantador de serpente.
Queria viver no morro.
Num barraco ajeitado.
Ser dono de um cachorro.
E de um gato malhado.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Eu queria,4
Queria ser vendedor.
Num bazar na Palestina.
E ser tambem um doutor.
De ciência e medicina.
Queria ser um chinês.
E morar lá em Xangai.
Ou um poeta japonês.
E fazer muito Hai Kai.
Queria ir prá Alagoas.
E conhecer Maceió.
E tambem criar leitoa.
No sertão do Seridó.
Queria ser chalaneiro.
Nos rios do Pantanal.
Ou ser um bom confeiteiro.
E morar em Montreal.
Queria ser um piloto.
De moto ou JetSki.
Ou um surfista maroto.
E morar no Havaí.
Queria ser um ator.
E trabalhar na tevê.
Fazer cenas de amor.
E lançar um DVD.
Queria ter uma granja.
Prá criar galinha e pato.
Fazer doce de laranja.
E licor de jenipapo.
Queria ser sorveteiro.
E trabalhar no verão.
E tambem tocar pandeiro.
Prá chamar a atenção.
Queria viver sozinho.
No alto de uma montanha.
Ou cercado de vizinhos.
Lá nosul da Alemanha.
Queria ser maquinista.
De trem no interior.
Queria tambem ser surfista.
Na praia do Arpoador.
Num bazar na Palestina.
E ser tambem um doutor.
De ciência e medicina.
Queria ser um chinês.
E morar lá em Xangai.
Ou um poeta japonês.
E fazer muito Hai Kai.
Queria ir prá Alagoas.
E conhecer Maceió.
E tambem criar leitoa.
No sertão do Seridó.
Queria ser chalaneiro.
Nos rios do Pantanal.
Ou ser um bom confeiteiro.
E morar em Montreal.
Queria ser um piloto.
De moto ou JetSki.
Ou um surfista maroto.
E morar no Havaí.
Queria ser um ator.
E trabalhar na tevê.
Fazer cenas de amor.
E lançar um DVD.
Queria ter uma granja.
Prá criar galinha e pato.
Fazer doce de laranja.
E licor de jenipapo.
Queria ser sorveteiro.
E trabalhar no verão.
E tambem tocar pandeiro.
Prá chamar a atenção.
Queria viver sozinho.
No alto de uma montanha.
Ou cercado de vizinhos.
Lá nosul da Alemanha.
Queria ser maquinista.
De trem no interior.
Queria tambem ser surfista.
Na praia do Arpoador.
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